Vamos falar sobre aleitamento materno?

Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe.
Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementado até os dois anos ou mais. Não há vantagens em se iniciar os alimentos complementares antes dos seis meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança, pois a introdução precoce de outros alimentos está associada a:
- diarreias;
- Risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores ao leite materno, como, por exemplo, quando os alimentos são muito diluídos;
-Menor absorção de nutrientes importantes do leite materno, como o ferro e o zinco;
-Menor eficácia da lactação como método anticoncepcional;
-Menor duração do aleitamento materno;

São poucas as situações em que pode haver indicação médica para a substituição parcial ou total do leite materno. (Isso vale assunto para um próximo post, que tal?) Infelizmente algumas mamães não tem sucesso na prática do aleitamento materno, isso pode acontecer por vários fatores externos e internos. O importante é não desistir de oferecer o melhor alimento para o seu bebê, se ainda assim não houver sucesso, as fórmulas infantis são uma forma de conduzir a alimentação do seu bebê até começar a introdução alimentar (depois dos 6 meses) quando começamos a oferta de frutas, legumes e verduras.
Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional, além de ter implicações na saúde física e psíquica da mãe.


No meu caso, meu primeiro filho Lucas hoje com 8 anos, amamentei até os 10 meses de idade e não tive problema algum com desmame ele recusou o peito e nunca mais, seguimos bem depois disso sem traumas ou preocupações ele já comia bem, graças a Deus e a minha persistência de oferecer variados alimentos na introdução alimentar, não é fácil!

Com meu segundo filho Léo que está com 9 meses, estamos firmes na introdução alimentar desde os 6 meses e ainda amamentando muito em livre demanda, até porque o meu trabalho ainda me permite um horário flexível, Obrigada Deus hahaha o meu plano é amamentar assim até ele completar  1 ano porque depois a mamãe aqui precisa focar mais nos projetos, trabalho e na vida social também né #precisamos!

Lembre-se!!!! Oferecer doces as crianças somente depois dos 2 anos  com a devida autorização dos pais ou responsáveis, nada de tentar dar uma de "tia legalzona ou tio" isso está diretamente relacionado com a saúde da criança e a forma como os pais administram a sua alimentação, por isso não seja indiscreto.

Outra dica importante para as mamães lactantes, mantenham uma dieta o mais rica em variedades e produtos naturais possível isso reflete no paladar do seu filho também sabia? Claro que ninguém merece passar vontade de comer uma "besteira’’ aqui um dia ou outro, mais além da sua saúde isso será reflexo em uma vida mais saudável para o seu bebê.

Beijos da Mãe de Dois Príncipes e Nutri Jana.

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